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Mostrando postagens de Dezembro, 2015

A rainha do código #tradução

Você provavelmente não conhece o nome Grace Hopper, mas deveria.

Como uma contra-almirante da marinha dos Estados Unidos, Hopper trabalhou no primeiro computador, o Mark 1 de Harvard. E ela liderou o time que criou o primeiro compilador, que levou a criação da COBOL, uma linguagem de programação que até os anos 2000 representava 70% de todo o código ativamente usado. Morreu em 1992, deixando para trás um inimitável legado como brilhante programadora e como mulher pioneira em um campo dominado por homens.




A história de Hopper é contada em "A Rainha do Código", dirigido por Gillian Jacobs (do famoso "Community").

Tradução do seguinte texto: The Queen of Code, escrito por Allison McCann.

Os primeiros computadores de Harvard eram mulheres #tradução

Minha [grosseira] tradução do seguinte texto: Harvard's first computers were women.

Muito antes do Mark I chegar no campus da Ivy League, era assim que o primeiro laboratório de computadores de Harvard se parecia:



Chamar esse grupo de mulheres brilhantes de analíticas "computadoras" é muito mais amável do que o seu apelido de outrora, Harem de Pickering. O apelido de mau gosto refletia a embaçada consideração pelo intelecto feminino que ecoava entre os líderes da universidade. Em um discurso de 1869, o presidente da Harvard, Charles W. Eliot, reconheceu: "o mundo sabe quase nada sobre as capacidades mentais naturais do sexo feminino".

Mas em 1881, o astronômo Charles Edward Pickering estava cheio/atolado com dados astronômicos coletados através de observações de telescópio assim como das modernas astrofotografias e viu as "naturais capacidades mentais" das mulheres como a solução. Pickering, então, contratou sua governanta Williamina Fleming como sua…

para ler e traduzir #arquivo

Sobre o texto anterior (My mother was a computer): do androids dream of eletric mothers?

Sobre computadoras: 
As primeiras computadoras de Harvard eram mulheres.15 astrônomas que você deve conhecer.A rainha do código.Esse site que fala sobre computação: Bobbi Johnson Kauffann ganhou o miss estados unidos em 1964, na saída, em entrevista, lhe perguntaram: quais seus planos para carreira? Sem pensar, ela responde: "quero ser programadora computacional". No dia seguinte, recebe inúmeros telegramas de empresas lhe oferecendo trabalho. Ela largou a carreira de modelo e tornou-se programadora.


Mulheres famosas na ciência da computação.
Mudando de assunto:

Uma interpretação feminista indígena à virada ontológica.

Codificar para Significar [resenha] #tradução

Coding for Meaning

Por mais de duas décadas, Katherine Hayles (Professora de Literatura na UCLA) tem rastreado desenvolvimentos contemporâneos na ciência e tecnologia através de suas interações com os contemporâneos trabalhos literários. Mesmo que se trate de "modelos de campo" na física e química, os domínios do caos e complexidade, ou, mais recentemente, da vida artificial e realidade virtual, os livros de Hayle são alguns dos mais visíveis e, geralmente, guias de referência para as relações entre ciência e literatura. Seu último trabalho, Minha mãe era uma computadora, não é exceção e se foca na capciosa questão de se e em que medida computadores e pensamento computacional determinam o significado de textos literários - ou vice-versa. Ela consegue isso através de uma estratégia dupla de leitura de recentes textos científicos que receberam uma atenção muito difundida (como o de Stephen Wolfram A New Kind of Science) juntamente com outros textos literários mais ou menos con…