Pular para o conteúdo principal

COXINHA DE PALMITO VEGANA SEM GLÚTEN #temreceita

A massa para a coxinha vegana tem a mesma base do bolinho de queijo da receita anterior, a única diferença é que eu substitui a batata por mandioca, mas pode ser feita com qualquer um dos tubérculos. A receita para a massa está aqui.

Para o recheio usei:
1 pote pequeno de palmito inteiro (usei a marca imperador, 300G,  do pequeno e fino)
3 cs de azeitona picada
1 cs de azeite
6 tomates cereja
tempero à gosto (usei Mrs Dash sabor cebola porque não tinha cebola em casa, se tiver, sugiro refogar a cebola no azeite antes de todos os ingredientes)
1 pedaço pequeno de mandioca cozida amassada

Como fazer:
Retire a casca mais grossa do palmito, pique em três partes e amasse o palmito. É preferível usar somente a parte mais mole do palmito.
Pique os tomates cereja e adicione na panela com a cebola refogada ou os temperos e azeite em fogo baixo.
Adicione a azeitona e o palmito e mexa bem. Por fim, adicione e misture muito bem a mandioca cozida e amassada, de modo que ela fique imperceptível. Eu uso a mandioca para que o recheio fique mais cremoso.

Para fazer as coxinhas eu usei aproximadamente uma colher de sopa da massa, em forma de bola, apertei no meio com um dedo e recheei, adicionei também um pedaço de queijo vegano da Super Bom e fechei a coxinha. Há vários vídeos demonstrando a melhor maneira de montar uma coxinha (ainda não cheguei a uma maneira ideal para o meu gosto). Se não tiver paciência, pode fazer bolinhas ou risoles, que é mais fácil.

Depois de montadas, passar uma mão de azeite nas coxinhas e colocar para assar em fogo médio, virar pelo menos três vezes e retirar quando estiverem douradas.




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Repair, Dhaka, Kavango, Paraguai #resumo

Ao som de PJ Harvey. Textos: Designing for Repair? Infrasctructures and Materialities of Breakdown  Daniela K. Rosner, Morgan G. Ames Learning, Innovation, and Sustainability among Mobile Phone Repairers in Dhaka, Bangladesh Steven J. Jackson, Syed Ishtiaque Ahmed, Md. Rashidujjman Rifat Repair Worlds: Maintenance, Repair, and ICT for Development in Rural Namibia Steven J. Jackson, Alex Pompe, Gabriel Krieshok As experiências de Dhaka, Kavango e Paraguai têm elementos comuns e heterogêneos - são espaços permeados por uma historicidade colonizada, marca por tecnologias e economias desfavoráveis quando comparadas aos Estados Unidos. Essa distinção ficou mais marcada nestes textos, que também pareceram ter uma preocupação maior em pensar os artefatos sociotécnicos, as culturas, mundos sociais e formação de fronteiras. Em algum momento, o conhecimento tecnológico também aparece como um espaço de privilégio. É interessante pensar esse espaço de privilégio mesmo quan

A Fundação Macy e a Saúde Mental no Mundo

Considere ler essa conversa entre Bateson e Margaret Mead . :) Margaret Mead: (...) I think the difference between art and science is that each artistic event is unique, whereas in science sooner or later once you get some kind of theory going somebody or other will make the same discovery. Personagens principais deste capítulo: 1. Fremont-Smith, Abramson 2. Fremont-Smith, Mead O capítulo 7 "The Macy Foundation and Worldwide Mental Health" passeia entre os anos 1930 a 1960 e seus investimentos e personagens que permeavam o campo da saúde mental. Ou, melhor, da mente, em geral. Para começar a história, Heims refere-se à fundação da Macy Foundation, datada de 1930, promovida por sua filha Kate Macy Ladd, após um estudo sobre as áreas de pesquisa negligenciadas pelas fundações filantrópicas. O estudo recomenda que os cuidados com a saúde devem ser a preocupação central da fundação. "The study found that 'biochemical and physiological research were receiving f

Os primeiros computadores de Harvard eram mulheres #tradução

Minha [grosseira] tradução do seguinte texto:  Harvard's first computers were women . Muito antes do Mark I chegar no campus da Ivy League, era assim que o primeiro laboratório de computadores de Harvard se parecia: Chamar esse grupo de mulheres brilhantes de analíticas "computadoras" é muito mais amável do que o seu apelido de outrora, Harem de Pickering . O apelido de mau gosto refletia a embaçada consideração pelo intelecto feminino que ecoava entre os líderes da universidade. Em um discurso de 1869, o presidente da Harvard, Charles W. Eliot, reconheceu: "o mundo sabe quase nada sobre as capacidades mentais naturais do sexo feminino". Mas em 1881, o astronômo Charles Edward Pickering estava cheio/atolado com dados astronômicos coletados através de observações de telescópio assim como das modernas astrofotografias e viu as "naturais capacidades mentais" das mulheres como a solução. Pickering, então, contratou sua governanta Williamina F