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discussões da sociologia e psicologia #resumo

No centro destes capítulos estão: Lazarsfeld (sociologia) Lewin (psicologia) Seguindo os ânimos do capítulo anterior, senti que Heims continuou mostrando sua posição política nestes últimos capítulo - sutilmente. Ao iniciar o capítulo 8 com a frase "cybernetic ideas can be applied in the most diverse ideological context" ele anuncia o que está por vir. Os dois capítulos, assim como os anteriores, são separados por grupos de elite, que geralmente variam com temas focados em dois participantes com outros como satélites. No primeiro (8), temos um panorama geral das situações políticas nos Estados Unidos, os esforços, já anunciados, de intervenção governamentas dentro da produção acadêmica, levando, em alguns casos, à paralização da atividade acadêmica. Enquanto os encontro Macy não se abriam para as pessoas que pesquisam em torno de soluções para os problemas sociais relacionados ao racismo, ao anticomunismo, entre outros, houve uma discreta migração de pesquisadores qu...

A Fundação Macy e a Saúde Mental no Mundo

Considere ler essa conversa entre Bateson e Margaret Mead . :) Margaret Mead: (...) I think the difference between art and science is that each artistic event is unique, whereas in science sooner or later once you get some kind of theory going somebody or other will make the same discovery. Personagens principais deste capítulo: 1. Fremont-Smith, Abramson 2. Fremont-Smith, Mead O capítulo 7 "The Macy Foundation and Worldwide Mental Health" passeia entre os anos 1930 a 1960 e seus investimentos e personagens que permeavam o campo da saúde mental. Ou, melhor, da mente, em geral. Para começar a história, Heims refere-se à fundação da Macy Foundation, datada de 1930, promovida por sua filha Kate Macy Ladd, após um estudo sobre as áreas de pesquisa negligenciadas pelas fundações filantrópicas. O estudo recomenda que os cuidados com a saúde devem ser a preocupação central da fundação. "The study found that 'biochemical and physiological research were receiving f...

Parceria entre Mozilla e ONU Mulheres para empoderamento feminino digital

Uma parceria da Mozilla com a ONU para empoderar mulheres em questões digitais na África está sendo desenvolvida. O projeto procura promover esse empoderamento para diminuir as desigualdades de gênero e geográficas, acreditando que a web é um espaço propício para grande oportunidades, especialmente, na promoção de igualdade. O projeto, que já passou pela Índia, Indonésia e Brasil, deve corre até o fim de 2016, como segue no trecho do texto traduzido diretamente deste website . Tradução/Translation A internet é mais poderosa quando qualquer pessoa - independente do gênero ou geografia - pode participar igualmente. Uma web verdadeiramente aberta deve abrir oportunidades educacionais, econômicas e cívicas para todas as pessoas, em todos os lugares. Motivados por essa crença principal, Mozilla e ONU Mulheres - uma entidade das Nações Unidas dedicada ao empoderamento de mulheres estão se juntando para ensinar habilidades digitais para garotas e mulheres em Nairobi, Kênia e Cape Town, n...

The Cybernetics Group - #resumo

Não foi fácil encontrar imagens de Heims, inclusive, esta foi a única que encontrei. As informações pessoais também vieram de apenas dois websites, que estão linkadas nesta apresentação. De acordo com a KeyWiki , Heims fugiu da Alemanha nazista para os Estados Unidos, onde conheceu sua esposa com a qual teve uma filha, a jornalista Leila McDowell-Head que, apoiada pelo seu pai, fez parte do Partido dos Pantera Negra. Segundo Wikipedia, os Pantera Negra tinha como finalidade original da organização era patrulhar guetos negros para proteger os residentes dos atos de brutalidade da polícia. Posteriormente, os Panteras Negras tornaram-se um grupo revolucionário marxista que defendia o armamento de todos os negros, a isenção dos negros de pagamento de impostos e de todas as sanções da chamada "América Branca", a libertação de todos os negros da cadeia e o pagamento de indenizações aos negros por "séculos de exploração branca". A ala mais radical do movimento defendia...

The Cybernetics Group #tradução

Prefácio O tema deste livro, nas séries das conferências multidisciplinares, mantida pela Fundação Macy e realizada entre 1946 e 1953, discute um amplo conjunto de tópico que eventualmente foram chamados de cibernéticos. Vindo como resultado da Segunda Guerra Mundial, quando os avanços científicos e técnicos dos anos de guerra - por exemplo, a proposta-geral moderna do computador e os modelos baseados nela - estavam apenas se tornando moeda pública, a série de conferências teve um papel histórico significante no desenvolvimento das ciências humanas e naturais nos Estados Unidos. As conferências cibernéticas e eventos concomitantes formam uma história complexa, e eu tentei incluir uma pequena porção delas neste livro. Eu escolhi focar nos pesquisadores/as da psicologia, antropologia, sociologia e psiquiatria ao invés de engenheiros, biólogos e matemáticos. Para o livro ser visto com sua própria luz, eu preciso dizer algo sobre o processo de escrita e minha relação com o próprio te...

Repair, Dhaka, Kavango, Paraguai #resumo

Ao som de PJ Harvey. Textos: Designing for Repair? Infrasctructures and Materialities of Breakdown  Daniela K. Rosner, Morgan G. Ames Learning, Innovation, and Sustainability among Mobile Phone Repairers in Dhaka, Bangladesh Steven J. Jackson, Syed Ishtiaque Ahmed, Md. Rashidujjman Rifat Repair Worlds: Maintenance, Repair, and ICT for Development in Rural Namibia Steven J. Jackson, Alex Pompe, Gabriel Krieshok As experiências de Dhaka, Kavango e Paraguai têm elementos comuns e heterogêneos - são espaços permeados por uma historicidade colonizada, marca por tecnologias e economias desfavoráveis quando comparadas aos Estados Unidos. Essa distinção ficou mais marcada nestes textos, que também pareceram ter uma preocupação maior em pensar os artefatos sociotécnicos, as culturas, mundos sociais e formação de fronteiras. Em algum momento, o conhecimento tecnológico também aparece como um espaço de privilégio. É interessante pensar esse espaço de privilégio mesmo ...

p r e p a r a seminário, congresso, virada, primavera

VIRADA FEMINISTA 03 e 04 de setembro de 2016 a resistência que transforma A Virada Feminista é um esforço coletivo de mulheres militantes, artistas e artistas militantes para promover 24h de cultura feminista na cidade de São Paulo! Inspirada na resistência cotidiana das mulheres, a Virada contará com atividades de dança, cinema, teatro, literatura, internet livre, fotografia, zine, agroecologia, grafite e culinária das 17h às 17h nos dias 3 e 4 de setembro! PRIMAVERA HACKER 04 de novembro de 2016 Primavera Hacker es un encuentro gratuito en torno a las relaciones entre tecnología, política y prácticas creativas que busca fomentar una mirada disidente de la lógica económica dominante. Concebimos la tecnología no como un objeto neutro, sino como uno que está atravesado en su diseño, desarrollo y uso por decisiones políticas. Si bien históricamente la tecnología ha estado asociada al desarrollo del capitalismo y la explotación que este genera, hoy más que nunca constituye un ter...